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VOGUE NO MUNDO

Confira as ultimas capas da revista de moda mais importante  do planeta, entre elas a capa brasileira com Kate Moss.






Qual a tua preferida?

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A SOLTEIRA MAIS COBICADA DO MOMENTO


Descubra,  por que Pippa Middleton é a solteira mais cobiçada do momento

Pippa Middleton não está propriamente livre e desimpedida. Até onde se sabe, e apesar de não ter aparecido na companhia do felizardo desde o casamento da irmã, Kate, ela namora o ex-capitão da seleção inglesa de críquete e empresário Alex Loudon. Mas, como não carrega aliança na mão esquerda, está tecnicamente desimpedida. E o que não falta são pretendentes.

Até porque, em vez de se deixar fotografar ao lado de Loudon, Pippa foi flagrada junto ao ex, e agora patrão, George Percy, herdeiro do duque de Northumberland. Os dois caíram na farra – ela, inclusive, com uma garrafa de champanhe na bolsa. Talvez estivesse, imaginam alguns, afogando as mágoas. Ou mesmo celebrando uma liberdade repentina.

Especulações à parte, Pippa não parece se render com facilidade aos mandos de um homem. Até que seja declarado o “sim” no altar, ela pode (e deve) ser considerada a solteira mais desejada do momento - ultrapassando o título que recebeu em 2008 da revista britânica Tatler, que a elegeu a casável mais interessante do Reino Unido. Entenda o porquê. 

Dama-de-honra sexy

Não é toda mulher que consegue ficar sexy dentro de uma igreja e em atos pouco nobres – e tão coadjuvantes – como segurar a cauda do vestido da noiva. Ainda mais se o casamento for da irmã com o rei em potencial da Grã-Bretanha. Pippa apareceu deslumbrante num vestido branco da grife Alexander McQueen que salientava as suas belas curvas – especialmente as traseiras, para deleite da macharada. Foi o suficiente para se tornar uma sensação planetária. No mesmo dia, ela virou assunto nas redes sociais (vide aba 6) e chegou a ser acusada de querer roubar a glória da irmã, atraindo todos os olhares para si. Como se precisasse disso.  

Rica e bem empregada




A fortuna de Pippa vem de seus pais, dois ex-funcionários do ramo da aviação que conseguiram subir na vida ao abrir a empresa de venda de artigos infantis, a Party Pieces. Até a semana passada, Pippa tinha pretensões modestas, se dedicava ao negócio familiar e durante três dias na semana trabalhava na empresa londrina de catering Table Talk. Esses afazeres, no entanto, ficaram no passado. Ela nem hesitou em aceitar o convite do ex-namorado, um dos homens mais ricos da Grã-Bretanha, George Percy, e vai assumir um cargo executivo na empresa de energia geotérmica da qual ele é proprietário. Pippa terá a função de fazer lobby junto ao governo para a criação de um novo sistema de licença ambiental. Parece pronta a fazer sua própria riqueza.

Conexões reais




Namorar Pippa Middleton significa ser convidado - por tabela – para bailes no Palácio de Buckingham. Ou para um chá da tarde na Clarence House, a residência oficial do príncipe Charles e de seu caçula, Harry. É a porta de entrada para benefícios, negócios e mordomias incalculáveis. Por outro lado, o pretendente deverá preencher exigentes requisitos, a começar por uma reputação ilibada e a aptidão para circular entre aristocratas. Basta ver a lista de ex-namorados da moça: o filho de banqueiro Jonathan "JJ" Jardine-Paterson, o aristocrata escocês Billy More Nesbitt e o herdeiro de um empresário de diamantes Simon Youngman, só para citar alguns.

Exemplar, mas não muito



Pippa recebeu uma educação parecida com a da irmã mais velha, a agora duquesa de Cambridge, Catherine Middleton. Ambas estudaram na escola de elite Marlborough College, reduto dos aristocratas britânicos. E concluíram a formação acadêmica na Escócia - Catherine escolheu a Universidade de St. Andrews, onde estudou história da arte, e Pippa cursou literatura inglesa em Edimburgo. Familiarizada com as regras e etiquetas da alta sociedade, ela se mantém reservada mesmo com a fama pós-casamento real. O que não quer dizer que seja careta. Recentemente, um tabloide sensacionalista recheou suas páginas com fotos de Pippa trajando um vestido de papel higiênico e dançando de sutiã. Bem educada, sim, mas fã de uma farra.    

Bom gosto no vestuário




Dinheiro e status definitivamente não caminham de mãos dadas com a elegância - está aí a princesa Beatrice para provar a tese com seu chapéu "assento de privada" usado no casamento real. Mas Pippa demonstra uma habilidade nata para se vestir. Suas escolhas de figurino costumam ser certeiras. Não apenas no casamento real, onde desfilou com um vestido branco e justo e deixou todos embasbacados, mas no dia a dia e nas festas de gala, se observa uma jovem confiante. Com frequência, ela escolhe (sabiamente) peças que valorizam seu corpo, mas sem abandonar a discrição e seriedade dos seletos associados à realeza.

Popularidade nas redes sociais




Ela não tem perfil no Facebook ou Twitter, mas também não precisa. Depois do casamento real, admiradores de todo o mundo fizeram questão de se reunir nas redes sociais para aclamar os atributos da dama-de-honra real. No Facebook, a comunidade Pippa Middleton Ass Appreciation Society (Sociedade dos Apreciadores do Derrière de Pippa Middleton, em tradução livre) conta com mais de 220.000 usuários. Também na web, imagens do casamento escolhidas a dedo permitiram a um vídeo do YouTube uma audiência superior a 740.000 pessoas. No Twitter, ela já foi parar nos trending topics por sua beleza e simpatia singular. Tanto quanto no mundo real, no virtual todos se derretem em elogios à moça. fonte: veja.

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JENNIFER LOPEZ ELEITA A MULHER MAIS BELA DO MUNDO

Segundo a poderosa revista people a cantora de 41 anos, mae de um casal de gemeos e a mulher mais bonita do planeta.
Eis algumas fotos da cantora atual e uma do inicio da carreira:


O que voce pensa da eleiçao?
Deu uma boa melhorada no tempo, como diz uma amiga,mulher nao envelhece,mulher "enloureçe".

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PULSEIRA GUCCI PARA AJUDAR O JAPAO




Em edicao limitada e com uma finalidade nobre, eis o novo acessorio do momento,uma pulseira gucci para recolher fundos para ajudar o japao.O preco por aqui e de 100 euro, fica a dica.

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FIAT-GUCCI

A diretora de Gucci, uma das marcas italianas mais conhecidas e respeitadas ao mundo, Frida Giannini, foi convidada a "vestir" a nova fiat 500 di gucci, uma edicao especial do carro, com assinatura da grife.


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COMO IDENTIFICAR UMA LOUIS VUITTON



Gostaria de escrever algumas dicas, que estarei abordando com algum tempo, segue abaixo algumas dicas iniciais.

1) se você gosta da Louis Vuitton, e por isso deseja comprar uma bolsa a minha dica é que você conheça a marca, sua filosofia, conhcça em especico o modelo que procura adquirir. se for possivel visite uma loja LV e sinta o modelo, a textura, enfim torne-se entendido sobre o produto que deseja adquirir.

2) materiais diferente(exclusivos) e series limitadas são verdadeiras roubadas, uma bolsa em couro de crocodilo da LV custaria algo em torno deR$50.000,00 e são tão raras que nem todas as lojas possuem, a do Iguatemi chegou a receber tatntas quanto se pode contar com os dedos de uma mão! sim é cara sim! serie limitada ai piorou...algumas sériues nem vieram para o Brasil, e se o vendedor afirma ter comprado no exterior (vale lembrar que um outro guia disse: "ninguém em sã conciencia compra uma bolsa por 2000 e vende por 500!) pergunte de onde, se for de Miami esquece, lá tem tanta LV falsa quanto na 25 de março.

3) a Louis Vuitton NUNCA, NUNCA reduz os seus preços, não existe promoção. Funcionários não tem desconto! e nem tão pouco existe outlets que vende pequenos defeitos....as bolsas da Louis vuitton que não estão de acordo com o padrão de qualidade são destruidas.

4)Na LV couro é couro, canvas é canvas (Lona em inglês) Toile é Toile(Lona em Francês) sendo assim o monogram CANVAS não é couro e não é plastico também! é uma lona impermeável de altíssima qualidade que custa tão caro quanto Couro, porém é mais durável e resistente, ela recebe irradiaçõe ultra violeta para não desbotarem. O Damier tb é Canvas. Epi, Nomade, Taiga, Glace, sahali, é Couro, existem também jeans, jaquards e outros materiais.

5)As ferragens são também ponto de decisão, os zíperes são abertos e fechados por uma maquina especial por mais de mil vezes, entaum se o Ziper emperrar na sua mão ou não deslizar suavimente a bolsa é falsa!

6) LV é o centro das atenções, não? entaum o LV tem que estar no centro da peça, e mais! o corte da bolsa nunca atravessa um LV pelo meio!!! NUNCA

7) Forro: Monogram canvas tem forro de algodão marrom, nunca existiu numa LV de monogram aquela camurça sintetica e fedorenta! o que seria tb algo incompreenssível forrar canvas com couro nobre!!!

8) data code: CA 0091 (prduto produzido na Espanha (CA) no mes de setembro (09) de 2001 (01)) com isso se a pessoa afirmar que comprou na loja este ano...deve ter algo errado na historia... A partir de 2007 os codigos mudaram...ao inves de variarem de mes a mes eles variam de semana a semana.

9) DICA! se tem a famosa estampa: LOUIS VUITTON PARIS made in... e for made in spain, USA, Alemanha ou ITALY fique mais tranquilho...todas as falsificações preferem o prestigio da França...(porta cartões recentes, carteiras masculinas recentes são fabricadas na espanha (spain)

9.1) segue abaixo a lista COMPLETA dos codigos utilizados pela LV para distinguir os locais de produção:

France: A0, A1, A2, AA, AN, AR, AS, BA, BJ, CT, DU, ET, FL, MB, MI, NO, RA, RI, SD, SL, SN, SP, SR, TH, VI

USA: FC, FH, LA, OS, SD

Spain: CA, LO, LB, LM, LW

Italy: CE, SA

Germany: LP


10) quanto mais velha melhor!!! tem alça escura? pontos das costuras bem paralelos? forro de algodão? data code certinho (que indique uns bons aninhos de vida!)?

só para refletir: uma bolsa chinesa é produzida por 1/10 do tempo que uma original leva, com 1/100 do carinho que uma original leva, o que rsulta em 1/1000 da qualidade da original e apenas 1/10 do valor da original! que fabrica a falsa não tem direitos, trabalha como escravo e não recebe nenhum merito por isso! vale a pena comprar uma falsificação?

Cinco dicas para identificar uma réplica da Louis Vuitton


1. Onde você encontra Louis Vuitton
Os produtos da Louis Vuitton só são encontrados nas lojas da marca. As compras são limitadas a pequenas quantidades para evitar a revenda.





2. Modelo não disponível no site
Se você nunca viu o modelo em catálogos ou site da grife, provavelmente é fake. Por exemplo, nunca houve uma Cherry Blossom Speedy ou uma viseira Murakami.

3. Alças envolvidas em plástico
As bolsas lígitimas da Louis Vuitton têm alças de couro genuíno e não há necessidade de usar plástico como proteção.

4. Preço bom demais!
Na compra de uma Louis Vuitton, você recebe o que você paga. Um item com cuidado adequado pode durar uma vida, e sua filha ainda receberá como herança. Se você encontrar alguma bolsa com o monograma LV com um preço que parece bom demais para ser verdade, provavelmente é mais uma peça falsa.

5. Logos assimétricos/corte no couro ou tecido
As bolsas são criadas com uma peça inteira de tecido ou couro, por isso, se o item em questão foi cortado, logos assimétricos ou uma costura na parte inferior da bolsa , não é legítima.

HISTORIA DA MARCA:

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Louis Vuitton é uma empresa especializada na produção de bolsas e malas de viagens, feitas em couro e lona, bem como na sua comercialização. Produz e vende também vestuário, sapatos, relógios, joias, acessórios, óculos de sol e livros. Concorre com Versace, Gucci, Chanel, Prada, Armani, Dolce & Gabbana, Christian Dior, Calvin Klein, Yves Saint Laurent e outras marcas de luxo.

É uma das principais empresas da holding LVMH sediada em Paris, França. A empresa tem como diretor artístico o fashion designer Marc Jacobs. Louis Vuitton também utiliza figuras proeminentes em suas campanhas (mais notavelmente a supermodelo Gisele Bündchen, a atriz Uma Thurman e o ex-atleta Pelé).

O fundador da marca, Louis Vuitton (Anchay, 4 de agosto de 1821 — Paris, 27 de fevereiro de 1892) foi um fabricante de malas e bolsas na segunda metade do século XIX, em Paris. Criou sua oficina em 1854 em Paris, onde produzia artesanalmente malas e bolsas. Seu trabalho foi reconhecido na Europa quando reinventou o formato das malas de viagem e criou um padrão de desenho diferente comparado ao que havia na época.

Por conta das novidades introduzidas por Louis Vuitton, os seus produtos começaram a ser imitados na Europa. Para impedir as falsificações, Vuitton tentou diferentes desenhos nos produtos para que pudessem identificar a sua autoria. Finalmente em 1896, criou o monograma das letras “L” e “V”, juntamente com símbolos que reproduziam flores – os desenhos recobriam a lona que servia de insumo para os produtos. O monograma criado perdura até hoje como marca da empresa, e o conjunto dos símbolos que faz parte da identidade visual da marca[1]. Em 1987, a empresa Louis Vuitton juntou-se com a fabricante de champanhes Moët et Chandon e a fabricante de conhaques Hennessy para criar uma empresa de bens de luxo: o grupo LVMH (Louis Vuitton - Moët Hennessy). O grupo se especializou em incorporar marcas de luxo, o empreendimento foi bem sucedido e atualmente o grupo é dono de 60 marcas, sendo uma delas a própria Louis Vuitton. Outras marcas que compõe o grupo são Christian Lacroix, Donna Karan, Fendi, Givenchy e Veuve Clicquot. A política da LVMH é de manter a gestão destas marcas de forma autônoma. Em 2009, o grupo obteve uma receita bruta de US$ 17 bilhões de dólares [2].

A formação deste grupo fez gerar outros conglomerados entre as marcas de luxo concorrentes. As marcas se uniram ou compraram umas as outras e formaram grupos controladores. Um grupo chama-se Pinault-Printemps-Redoute e controla marcas como Gucci, Yves Saint Laurent e Oscar de La Renta. Outro grupo é o Richmont que domina Cartier, Montblanc, Lagerfeld entre outras.

Louis Vuitton hoje em dia
Atualmente trabalham 9.671 pessoas para a Louis Vuitton [3]. Sua missão é fazer da viagem uma experiência pessoal e única. Os seus valores, que não mudaram desde o ano de sua criação, são: originalidade, espírito “avant-garde”, qualidade, “saber fazer” e paixão.[4]. A primeira loja aberta pela Louis Vuitton foi em 1854 em Paris, França. Em 1885 foi aberta a segunda loja em Londres, sucedida por lojas em Nova York, Bombai, Washington, Londres, Alexandria e Buenos Aires[3]). Atualmente, são 432 lojas , e a presença da marca alcança 63 países. No Brasil, existem seis lojas da grife. Quatro em São Paulo - nos shoppings Cidade Jardim, Iguatemi e Daslu; outra loja nos Jardins; uma loja no Rio de Janeiro, no Bairro Ipanema; e outra em Brasília, no Shopping Iguatemi [4]


Loja da grife Louis Vuitton na famosa Champs-Élysées, em Paris, França.[editar] Produtos
Seus produtos são vendidos exclusivamente nestes locais, com exceção de lojas especializadas em vender bens de luxo, como é o caso da Harrods em Londres. A política de distribuição da marca pode ser definida como “cativa”, pois alia uma procura grande a uma rede de distribuição bastante seletiva[5]. A característica dessa política contribui tanto para o produto quanto para o preço, pois com uma distribuição mais seletiva possibilita um melhor controle e qualidade. Também contribui para que o produto seja visto como algo mais raro, o que influi na precificação. Portanto, as duas dimensões da distribuição acabam reforçando aspectos de qualidade, raridade e preço elevado.

A política de produto da Louis Vuitton, desde que foi constituída, tem sido especializar-se na “arte da viagem”. Os seus produtos devem atender às demandas decorrentes do ato de viajar, por isso as malas sempre foram o grande foco da empresa. A posição da marca em relação à viagem é tal que criou-se produtos sob encomenda para esse fim: a “mala-cama”, em 1879; a “mala-secretária”; a mala de sapatos; e os reboques de camping no início do século XX. Alguns modelos criados na década de 1930 pela marca são fabricados até hoje, como é o caso dos modelos de bolsas Keepall, Noé e Speedy.

Em relação ao foco de produto, em 1929 a marca teve desvios, entrando para o ramo dos perfumes. No final da década de 1980, todas as diversificações se baseiam no tema condutor, a viagem, e se referem a produtos de acompanhamento da viagem. Já em 1997, a marca que até então havia trabalhado principalmente com artigos de couro, passou a ofertar uma linha de roupas prét-a-porter (roupas feitas em tamanhos padronizados para serem vendidos sem alterações de alfaiataria ou de qualquer outra natureza), sapatos, relógios e joias, e óculos de sol. A marca também desenvolveu produções editoriais, como em 1994, quando lançou uma série de publicações sobre viagens, intitulado “Voyager avec...”. Em 1999, colocou à venda um guia turístico de cidades do mundo, o “Louis Vuitton City Guide”.

A marca também investe no desenvolvimento da sua matéria-prima e fabricação. Busca couros e lonas mais macias e mais leves. Cada tipo de produto utiliza diferentes tipos de couros, como por exemplo, o couro taiga, mais discreto, e por isso utilizado na linha de produtos masculinos. Outro fator importante em relação ao produto é o uso freqüente da padronagem do monograma da empresa e os símbolos de flores em produtos. Além da preocupação com o material, a marca também dá importância ao processo de fabricação do produto: desde os primórdios da empresa até hoje, esse processo é feito artesanalmente.




Comunicação
A política de comunicação da Louis Vuitton é uma das políticas mais importantes da marca. Ela utiliza duas ferramentas principais: relações públicas e publicidade. A primeira baseia-se no mecenato cultural e esportivo. Ou seja, é o patrocínio ou a criação e desenvolvimento de atividades de cultura ou esporte. No setor da cultura, criou, em 1985, a “Fondation Louis Vuitton” que financiou uma ópera em Avignon. No esporte, desenvolveu uma competição de regatas que leva o seu nome. O objetivo desses mecenatos é de valorizar as qualidades de elegância da marca [5] e oportuniza a criação de artigos editoriais não-pagos na imprensa.

A publicidade é usada principalmente na forma impressa, com poucas inserções, em revistas de alto nível. A temática do anúncio é institucional e é abordado de forma refinada com o objetivo de cultivar a notoriedade global da marca, mais do que conferir proeminência a um produto determinado.[5]

De acordo com reportagem publicada no site do jornal The New York Times[6], a marca Louis Vuitton em 2008 veiculou pela primeira vez um comercial de televisão. Era um filme de 90 segundos em canais selecionados de televisão transmitida por satélite e cabo, bem como foi veiculado em cinemas de todo o mundo. A peça de comunicação, de acordo com o jornal, é considerada inovadora já que marcas de luxo de alto nível evitam usar televisão como mídia para sua comunicação. Com exceção da marca Chanel, que fez uma grande campanha em televisão quando anunciou o seu perfume Chanel No. 5. Ao contrário da Chanel, a Louis Vuitton não anunciou um produto em específico, mas promoveu institucionalmente a própria marca e seus valores. A notícia do jornal afirma através do relato de uma fonte da empresa que esta campanha é “the first ever on-screen corporate campaign by a luxury house”. De acordo com a agência de propaganda da Louis Vuitton, Ogilvy & Mather, desde 2007 a marca desenvolve também uma estratégia digital. A parceria resultou em projetos. O primeiro foi a criação do site We Love Sprouse, que mostrava a parceria artística entre Stephen Sprouse e o diretor criativo da Louis Vuitton, responsável pelo desenho dos produtos, Marc Jacobs. Outro projeto foi o lançamento do site Louis Vuitton Journeys[7], que fez parte da campanha de televisão, apresentada anteriormente. E por fim, o site Journeys Awards, que era uma competição cinematográfica internacional cujo objetivo era fazer com que cineastas estudantes compartilhassem a sua visão artística do que eles consideravam ser uma “jornada”. A competição foi lançada durante o “Venice Film Festival”.

Além destes projetos, a Louis Vuitton, em parceria com a agência, foi a primeira marca de luxo no mundo a lançar uma conta oficial no site de microblog Twitter[vago][8]. Atualmente, cerca de 47 mil perfis de pessoas ao redor do mundo recebem as suas atualizações. Simultaneamente, lançaram uma página para fãs no site de relacionamento Facebook, da qual conseguiu angariar 750 mil fãs em menos de dois meses. Esta página conta com informações básicas da marca, além de atualizações e novidade. Também transmitiu exclusivamente o desfile de moda de uma das coleções de roupas femininas pela página.

Em 2009, a Louis Vuitton passou a denominar sua estratégia digital de “Global Digital Strategy” cujo objetivo é de explorar e ultrapassar os limites do “luxo digital”. Essa conta é gerenciada pela OgilvyInteractive, departamento da agência de propaganda Ogilvy especializada neste tipo de mídia.

Agora temos seguidores masculinos e nao posso mais dizer bem meninas,entao vou mudar o final e dizer bem meninos,fica ai a dica para a compra da sua louis vuitton original,recuse imitacoes,alem de ser hiper-mega cafona usar produtos falsificados,tem o lado humano da questao de quem compra produtos falsificados,contribui para financiar a mafia,o crime organizado,o trabalho escravo e a violencia,seja consciente e chic,compre produtos originais,caso o preco nao entre no seu orcamento,compre uma de uma marca inferior original,nada pior sair por ai desfilando gato por lebre!!! um beijo grande e ate o proximo post.Estou com muita saudades de voces,mas aqui esta otimo!

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